quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Ex-fiel será indenizado por doar carro à Universal - Fonte Rede bom dia



Agência BOM DIA

A Igreja Universal do Reino de Deus deve ser notificada na próxima semana para quitar uma indenização de R$ 9 mil. A determinação é do Juizado Especial Cível de Fernandópolis, que entendeu que a igreja lesou o ex-fiel A.M.P., ao descumprir uma promessa de sucesso financeiro.

Segundo o advogado da vítima, Anderson Godoy Sartoreto, o autor da ação doou um carro à Universal durante um culto religioso, em 2007, com a promessa de obter prosperidade, que nunca veio.


Pastor afirma que sentença é inédita


O pastor da Universal em Fernandópolis, Silvio Simeão Ribeiro, informou que ainda não foi notificado sobre a sentença, proferida pelo juiz Maurício Ferreira Fontes e que ela é inédita na cidade.Como a sentença é de primeira instância, ainda cabe recurso.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Prefeito de Moscou diz que orgulho gay é satânico

Yury Luzhkov, prefeito de Moscou, diz que as paradas do “orgulho gay” são “satânicas” e promete continuar proibindo-as, de acordo com informações das agências de notícias internacionais.

“Durante anos, Moscou vem se confrontando com pressões sem precedentes para ter uma parada gay, que só pode ser descrita como um ato satânico”, Luzhkov disse para a agência noticiosa Interfax nessa quinta-feira, 11. “Não estamos de forma alguma autorizando tal parada e não vamos autorizá-la no futuro. Não deveríamos desperdiçar tempo com todas essas bobagens de direitos humanos. O que temos de fazer é reprimi-la com a total força da lei”.

As marchas mundiais de “orgulho gay” são caracterizadas por exibições descaradas de nudez, gestos obscenos e até atos sexuais em público por parte dos participantes.

Os ativistas homossexuais tipicamente usam tais paradas para insensibilizar o público para sua conduta perigosa, que está ligada a muitos transtornos médicos e psicológicos.

No passado, a prefeitura de Moscou buscou combater os organizadores da “parada gay” prendendo e multando os participantes. Os ativistas homossexuais responderam apresentando queixas no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que até agora recusou dar sua decisão sobre os casos.

Luzhkov fez comentários semelhantes em 2007, depois da fracassada “parada gay” de 2006, em que ele também chamou a parada de “satânica”. Ele recebeu apoio do Patriarca Ortodoxo de Moscou e os líderes islâmicos e judeus russos têm também as mesmas opiniões dele.

Data: 5/4/2010Fonte: Júlio Severo

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Leitor diz que a igreja católica não tem ligação com o carnaval - Pastor Alexandre Farias refuta a colocação

Quero colocar a mensagem deixada pelo Jeferson. A minha intenção é apenas colocar os artigos para que a verdade venha ser conhecida. Tenho amigos católicos, nunca tive problema algum com eles, mas eu não nego as verdades bíblicas e também a história – seja ela da religião que for.

Reconheço o erro de muitas igrejas evangélicas, dos propósitos totalmente distorcidos por algumas e o que serve de regra para todas as coisas é a Bíblia.

Artigo O carnaval e a igreja católica romana

Link do artigo http://respondendoasseitaseheresias.blogspot.com/2009/02/o-carnaval-e-igreja-catolica-romana.html


Então, vamos ao e-mail do leitor Jeferson e a minha resposta:

E-mail do Jeferson:

jefesson smidti deixou um novo comentário sobre a sua postagem "O carnaval e a igreja católica romana":

"A tentativa da Igreja Católica Romana na cristianização do carnaval e sua atual justificativa é totalmente inconseqüente, infeliz e irresponsável. Não existe uma referência bíblica sequer favorável ao seu argumento. Pelo contrário." (parte do seu texto).”

Desde quando pastor, o senhor viu ou ouviu dizer que a Igreja Católica tenta cristianizar o carnaval, na verdade ela sempre foi contra a essa permessividade, uma prova disso são os retiros espirituais realizados nas diversas partes do Brasil e do mundo na época do carnaval, exatamente para tirar o fiel desse meio pecaminoso, colocando-o em constante condição de oração.

O caro pastor deveria se informar mais, e deixar de ser tão tendencioso, pois também está escrito: "que o mentiroso irá arder no lago de fogo em exofre, que será a sua segunda morte" (Apocalipse 21,8) e nesse contexto também se enquadra quem sabe a verdade e a omite, buscando intersse próprio.

Que Deus lhe abençôe sempre que fizer aquilo que Ele prescreve na Sua Palavra, já que somente com a verdade é que estaremos libertos, como está escrito:i "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João 8, 32).



Resposta Pr. Alexandre Farias

Não fique bravo comigo, eu amo todos vocês.

Jeferson, basta você ver a história do carnaval e as festas que levam o carnaval para dentro da própria igreja católica. Basta ver os bailes “católicos” que vemos televisionados (canal 20 – no meu) pela canção nova e os bailes de outros padres. (veja os vídeos abaixo)

Estes retiros espirituais são mais bailes do que propagação da palavra de Deus, é a mesma coisa que santificar o pecado para se tornar sagrado. É a mesma coisa de jogar água benta no carnaval para que o demônio saia e entre a brincadeira santificada – mas a essência do baile é a mesma.

Eu também vejo que algumas igrejas evangélicas que querem fazer o mesmo, isso não faz dela a correta ou melhor que a católica, mas está no mesmo problema.

Não estou mentindo Jeferson , eu não omito a verdade, não preciso disto.
Não preciso ser tendencioso, nem mentiroso, nem buscar interesse próprio – Você citou corretamente o versículo bíblico de AP. 21v.8 – "que o mentiroso irá arder no lago de fogo em exofre, que será a sua segunda morte" (Apocalipse 21,8) e nesse contexto também se enquadra quem sabe a verdade e a omite, buscando interesse próprio.

A verdade é esta: que a igreja católica não conseguiu acabar com a festa e inseriu a festa no seu calendário – Da mesma forma fez com a festa do dia dos mortos que no calendário pagão é a festa de Samahaim.

Jeferson, talvez você não tenha entendido o que está escrito - leia novamente : “Outra corrente de pensamento entende que o carnaval teve sua origem em Roma. Enquanto alguns papas lutaram para acabar com esta festa (Clemente, séculos IX e XI, e Benedito, século XIII), outros, no entanto, a patrocinavam.

A ligação desta festa com o povo romano tornou-se tão sólida que a Igreja Romana preferiu, ao invés de suspendê-la, dar-lhe uma característica católica.

Devido à sua origem pagã, e pelo fato de ser uma festa um tanto obscena, a relação entre a Igreja Romana e o carnaval nunca foi amigável. No entanto, o que prevaleceu por parte da igreja foi uma atitude de tolerância quanto à essa manifestação, até porque a liderança da igreja não conseguiu eliminá-la do calendário.

A solução, então, foi: se não pode vencê-los, junte-se a eles. Daí, no século XV, a festa da carne, por assim dizer, foi incorporada ao calendário da igreja, sendo oficializado como a festa que antecede a abstinência de carne requerida pela quaresma: Por fim, as autoridades eclesiásticas conseguiram restringir a celebração oficial do carnaval aos três dias que precedem a quarta-feira de cinzas (em nossos tempos, alguns párocos bem intencionados promovem, dentro das normas cristãs, folguedos públicos nesse tríduo a fim de evitar que sejam os fiéis seduzidos por divertimentos pouco dignos).

O carnaval é um exemplo real da sobrevivência do paganismo, com todos os seus elementos presentes. É a explicita manifestação das obras da carne: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes."

Mas podemos questionar algumas coisas...

Como alguns padres realizam bailes de carnavais nos supostos retiros espirituais?
Se o interesse é retirar o carnaval dos católicos, porque levam os bailes nos seus retiros?
Talvez você não conheça a verdade sobre o carnaval e a igreja católica. Que Deus lhe de sabedoria para ver a verdade, pois como você mesmo escreveu - "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João 8, 32).

Veja alguns vídeos dos carnavais católicos: “Você precisa admitir que não foi eu que postei estes vídeos, mas alguém que estava lá.”



Participacao do Pe. Jason no Carnaval Catolico em S. Miguel





Para não falar que eu coloquei um vídeo mentiroso, veja que até neste carnaval católico foi realizada a Eucaristia:




DURANTE O PERIODO EM QUE OCORRE A MAIOR FESTA POPULAR DO PAIS. A RENOVAÇÃO CARISMATICA CATÓLICA REALIZA O ARRARAI - CARNAVAL COM CRISTO.




O depoimento do rapaz diz tudo: Só aqui o CARNAVAL COM CRISTO TEMOS A VERDADEIRA ALEGRIA - SERIA POSSÍVEL TER O CARNAVAL COM CRISTO?

Veja - A Igreja católica até faz vinheta para chamar os seus fiés para o carnaval.



Jeferson, acho que você viu e é impossível dizer que a Igreja Católica não realiza o carnaval, seja ele da forma que for - todo e qualquer cristão deve ficar longe de qualquer tipo de festa que leva a carne em primeiro lugar.

Você pode postar até videos de igrejas evangélicas que podem fazer o mesmo - mas a minha opinião é que pela palavra de Deus - eles es´tão errados também.

Eu não sou levado por um movimento, uma igreja, uma denominação, um grupo de pessoas, mas pela verdade que existe nas escrituras sagradas.

Deus abençoe a sua vida e que você possa sempre estar firme nas escrituras sagradas.

Dues abençoe

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Espiritismo - Religião ou Filosofia?

É muito comum entre alguns kardecistas a ideia de que o espiritismo deve ser encarado somente como uma filosofia de vida e não como uma religião.

Na verdade, não estão corretas as declarações dos que assim pensam, especialmente quando alegam que o próprio Allan Kardec teria afirmado, sucessivamente, que o espiritismo sempre foi uma filosofia. O contrário é que é verdadeiro. Ou seja, Allan Kardec sempre afirmou que o espiritismo era uma religião, e fez isso de modo enfático, segundo consta em seus livros.


Naturalmente, se existe dúvida quanto à finalidade do espiritismo, não é porque Allan Kardec não foi claro ao expor seu posicionamento. O que ocorre é que é conveniente aos espíritas manter as duas posições, segundo seus interesses em ganhar novos adeptos nos diversos meios em que se estabelece.

Em certos lugares, de classe média ou alta da sociedade, o espiritismo procura se expressar com a ideia e conceitos de uma filosofia, isto é, filosoficamente. E, como filosofia, pode envolver, sem grandes obstáculos, o eventual adepto que já possui uma religião.

Na maioria das vezes, especialmente no Brasil, os católicos, quando interrogados, confessam ser tradicionais, porém, não muito familiarizados com os dogmas romanos, não tendo, portanto, muita compreensão das incompatibilidades doutrinárias entre sua religião e o espiritismo. Assim, com facilidade, o espiritismo se introduz na vida de muitos "católicos romanos" como se fosse apenas uma filosofia de vida.

Quando o espiritismo kardecista adquire a confiança do novo adepto já conquistado, então seus arautos apregoam abertamente que se trata de uma religião, e se ufanam de seguir a terceira revelação de Deus aos homens. Não é sem razão que Jaci Régis, um dos representantes do grupo, afirma que o Brasil, atualmente, é o país que concentra o maior número de espíritas no mundo.

Pelo censo do IBGE de 2000, os espíritas brasileiros somam três milhões. E, segundo Jaci Régis, noventa por cento deles adotam a doutrina como religião, não como filosofia.


Contradições de Allan Kardec
Como ocorre com outras organizações religiosas que não querem assumir seu caráter religioso, o espiritismo, a princípio, nega sua condição.

Falando por um lado da boca, Allan Kardec afirma: "O espiritismo é, antes de tudo, uma ciência, e não cuida de questões dogmáticas. Melhor observado, depois que se generalizou, o espiritismo vem derramar luz sobre um grande número de questões, até hoje insolúveis ou mal compreendidas. Seu verdadeiro caráter é, portanto, o de uma ciência e não de uma religião" (grifo do autor). 1


Contudo, falando pelo outro lado da boca, declara: "O espiritismo foi chamado a desempenhar um papel imenso na terra. Reformará a legislação tantas vezes contrária às leis divinas; retificará os erros da História; restaurará a religião do Cristo, que nas mãos dos clérigos se transformou em comércio e tráfico vil; instituirá a verdadeira religião, a religião natural, a que parte do coração e vai direto a Deus, sem se deter às abas de uma sotaina ou nos degraus de um altar" (grifo do autor). 2

Enfatizando a condição de religião do espiritismo, Kardec expressa: "Aproxima-se a hora em que terás de declarar abertamente o que é o espiritismo e mostrar a todos onde está a verdadeira doutrina ensinada pelo Cristo. A hora em que, à face do céu e da terra, deverás proclamar o espiritismo como única tradição realmente cristã, a única instituição verdadeiramente divina e humana" (grifo do autor). 3
Portanto, Allan Kardec, inegavelmente, reivindicou ser o espiritismo uma religião. Afirmou ser a verdadeira religião, superior a todas as outras, ainda que alguns de seus adeptos insistam em alegar que o espiritismo seja somente uma filosofia ou ciência.


A terceira revelação de Deus
Na condição de religião, o espiritismo apela para uma suposta autenticidade de suas revelações, considerando-se a terceira e definitiva revelação de Deus aos homens. Allan Kardec diz que a primeira revelação de Deus aos homens se deu no Antigo Testamento; a segunda, no Novo
Testamento; e a terceira, por meio do Espiritismo.

"A Lei do Antigo Testamento teve em Moisés a sua personificação; a do Novo Testamento a teve no Cristo. O espiritismo é a Terceira Revelação da Lei de Deus, mas não tem a personificá-la nenhuma individualidade, porque é fruto do ensino dado, não por um homem, mas pelos espíritos, que são as vozes do céu, em todos os pontos da terra, com o concurso de uma legião inumerável de intermediários" (grifo do autor). 4

Outra assertiva semelhante diz: "A primeira revelação era personificada em Moisés; a segunda, no Cristo; a terceira não o é em indivíduo algum. As duas primeiras são individuais; a terceira, coletiva; aí está uma característica essencial e de grande importância" (grifo do autor). 5

Como um sistema de doutrinas reveladas por entidades espirituais e com a proposta de atualizar revelações de outras duas religiões precedentes (judaísmo, Antigo Testamento; cristianismo, Novo Testamento) pode não ser uma religião?

Cristianismo e espiritismo
O cristianismo tem seus fundamentos históricos e doutrinários baseados na Bíblia. Qualquer movimento religioso que se diz cristão deve ter seus ensinos confrontados com a Palavra de Deus para se verificar sua veracidade e, dessa forma, serem considerados verdadeiramente cristãos.

Mas a doutrina espírita, segundo seus próprios advogados, "nos ensina a praticar o cristianismo em sua forma mais pura e simples. Assim, o espírita kardecista procura ser um bom cristão. Ele sente que precisa combater seus próprios defeitos e praticar os ensinamentos de Jesus".6

Diante disso, para atingir seu objetivo, o espiritismo elogia Jesus Cristo com muitas palavras: "Qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo? [...] Jesus é para o homem o tipo de perfeição moral a que pode aspirar a humanidade na terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que Ele ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque Ele estava animado pelo Espírito divino e foi o ser mais puro que já apareceu na terra". 7

Qual é o cristão que não concordaria com essas declarações sobre Jesus e seus ensinos? Isso lemos na Bíblia, com frequência (Hb 4.15; 7.26). Mas, segundo os próprios espíritas, eles são os únicos que apregoam os verdadeiros ensinos dados por Jesus.

Allan Kardec perguntou aos espíritos o seguinte: "Se Jesus ensinou as verdadeiras leis de Deus, que utilidade têm os ensinamentos dos espíritos? Poderão eles ensinar alguma coisa além do que ensinou Jesus?".

E a resposta foi: "Os ensinamentos de Jesus eram frequentemente alegóricos e na forma de parábolas, dado que Ele falava de acordo com a época e os lugares. Hoje, é preciso que a verdade seja inteligível a todos, razão pela qual é preciso explicar e desenvolver esses ensinamentos, porque tão poucos são os que os compreendem e ainda menos os que o praticam. Consiste nossa missão em abrir os olhos e os ouvidos a todos, para confundir os orgulhosos e desmascarar os hipócritas, esses que exteriormente se revestem das aparências da virtude e da religião para melhor ocultarem suas torpezas". 8

Com essa explicação dada pelos espíritos, Allan Kardec acha que tem o direito de remover da Bíblia tudo quanto ela afirma contra as práticas e os ensinos do espiritismo. A partir desse posicionamento, tudo o que for contra o espiritismo, pode-se alegar, com muita propriedade, que faz parte dos ensinos parabólicos ou alegóricos de Jesus e que não devem ser considerados para os nossos dias.

Embora haja um abismo entre o ensino espírita e o cristianismo, Allan Kardec procura misturar os fundamentos e chega a afirmar que "o cristianismo e o espiritismo ensinam a mesma coisa". 9

Mas se realmente o espiritismo ensinasse as mesmas doutrinas do cristianismo, seria de se esperar que os seus ensinamentos concordassem com as palavras de Jesus e dos apóstolos. E a melhor maneira de conferir essa afirmação é confrontando o que diz o espiritismo com o que ensina a Bíblia, que é o livro-base do cristianismo.

Uma religião que subtrai a autoridade bíblica
Allan Kardec declara que, na Bíblia, encontramos apenas comentários ou apreciações, reflexos de opiniões pessoais, muitas vezes contraditórias, que não poderiam, em caso algum, ter a autoridade de um relato dos que haviam recebido as instruções diretamente do Mestre.

"A Bíblia contém evidentemente fatos que a razão, desenvolvida pela ciência, não pode hoje aceitar, e outros que parecem singulares e que repugnam, por se ligarem a costumes que não são mais os nossos. A ciência, levando as suas investigações desde as entranhas da terra até as profundezas do céu, demonstrou, inquestionavelmente, os erros da gênese mosaica, tomada ao pé da letra, e a impossibilidade material de que as coisas se passassem conforme o modo pelo qual estão aí textualmente narradas, dando por essa forma profundo golpe nas crenças seculares". 10

O eminente espírita Carlos Embassahy assim se pronuncia sobre a Bíblia: "Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. [O espiritismo] não rodopia junto à Bíblia. Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome". 11

Diante disso, fica evidente que o espiritismo, ao mesmo tempo em que alega ser cristão, nega a Palavra de Deus, a base do cristianismo. Além disso, prova que os expositores e defensores do espiritismo ora apelam para a Bíblia, em busca de apoio, ora negam firmemente que ela tenha
valor para sua fé.

Como lemos, o espiritismo, por meio de duas de suas maiores autoridades, nega a revelação divina das Escrituras, considerando-a uma mera compilação de fatos históricos e lendários. Os espíritas kardecistas, quando querem dizer que são cristãos, usam as Escrituras, citando-as seletivamente, como lhes convêm, para apoiar suas teorias.

A Bíblia passa a ser então apenas obra de consulta, não faz diferença se é ou não a Palavra de Deus, desde que possam usá-la como desejam. Mas e quanto a nós, cristãos? Temos a Bíblia como regra de fé e conduta para a vida e o caráter do cristão. É isso o que as próprias Escrituras afirmam: "Por isso também damos, sem cessar, graças a Deus, pois, havendo recebido de nós a palavra da pregação de Deus, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade), como palavra de Deus, a qual também opera em vós, os que crestes" (1Ts 2.13).

Considerações finais
Reiterando nossas conclusões, desqualificamos a apresentação estratégica do espiritismo como simples filosofia. Somente quem não conhece a produção literária espírita poderia insistir em negar a condição religiosa do espiritismo. É impossível ser, a um só tempo, cristão e espírita, pois entre ambos os caminhos há uma grande incompatibilidade doutrinária. Devemos ter cuidado para não tomarmos a religião espírita por mera filosofia de vida, porque esse ponto de vista abriria margem para um flerte interditado e condenado pelas Escrituras Sagradas.

Matéria publicada pela revista SABER E FÉ - sf n. 2___________________________________________________________________________________________________________________NOTAS1 KARDEC, Allan. O que é o espiritismo. 2ª edição especial. São Paulo: Opus Editora, p. 294, 1985.

2 KARDEC, Allan. Obras póstumas. In: Obras Completas. 2ª edição especial. São Paulo: Opus Editora, p. 1206, 1985.

3 Ibid., p. 1210.

4 KARDEC, Allan. Evangelho segundo o espiritismo. In: Obras Completas. 2ª edição especial. São Paulo: Opus Editora, p. 534, 1985.

5 KARDEC, Allan. A gênese. In: Obras Completas. 2ª edição especial. São Paulo: Opus Editora, p. 888, 1985.

6 BARROS, Homero Moraes. O espiritismo em linguagem fácil. São Paulo: Casa Editora O Clarim, p.61.

7 KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. In: Obras Completas. 2ª edição especial. São Paulo: Opus Editora, p. 171, 1985.

8 Ibid., p.172.

9 KARDEC, Allan. Evangelho segundo o espiritismo. In: Obras Completas. 2ª edição especial. São Paulo: Opus Editora, p. 1178, 1985.

10 KARDEC, Allan. A gênese. In: Obras Completas. 2ª edição especial. São Paulo: Opus Editora, p. 911, 1985.

11 EMBASSAHY, Carlos. À margem do espiritismo. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, p. 214, 227. SF

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O FATOR DIGNIFICANTE DA APOLOGÉTICA

Por Elvis Brassaroto Aleixo

Grandes religiões para escolher, sedutores caminhos para trilhar, livros iluminados para ler, filosofias sacras para pensar, dogmas milenares para crer, comportamentos padronizados para seguir. Milhares e milhares de almas espalhadas por todos os continentes.

Pessoas regidas por suas religiões, maestrinas de suas vidas. Vidas que depositam suas esperanças no invisível pelo poder avassalador de alguma fé que lhes confere razões para viver e morrer.
Divindades. Paraísos. Verdades. Mentiras. Tudo permeando o misto labirinto das religiões. Como encontrar uma saída diante de tantos corredores? Aliás, existiria alguma saída? Eureca! A “saída” nos remete à idéia de direção, rumo, sentido, destino… Palavras interessantes para a nossa reflexão.

Se nos concentrarmos somente na razão, não parecerá tarefa fácil decidir-se por uma religião. Os “porquês” se avultam e as respostas nem sempre respondem (leia-se satisfazem). Às vezes, são cheias de palavras, mas vazias de sentido. Entretanto, exigir radicalmente respostas para tudo o que é transcendente obviamente gera um enfrentamento com o ato de crer.

Em algumas circunstâncias, soa como querer explicar o inexplicável. É o antigo impasse desenvolvido em torno da fé e da razão, conceitos que cremos caminhar de mãos dadas no cristianismo bíblico (1Pe 3.15).

As religiões foram concebidas ao longo da história e atravessaram os tempos. Hoje, no século XXI, crenças antiqüíssimas tentam conquistar a fé dos homens pós-modernos. Os deuses (e deusas) se candidatam à veneração exibindo supostos atributos e favores.

Uma boa estratégia tem sido pregar apenas o que é aprazível aos ouvidos da “clientela”. Com o receio de alguns movimentos religiosos de se extinguirem, muitos deles têm-se ajustado ao rigor do secularismo hodierno. É o que podemos chamar de utilitarismo religioso.

Todavia, nem todos se reconhecem no universo militante das religiões. Afinal, indagam: “Para que tomar partido por uma delas? Para que cultivar diferenças?”.

Temos a impressão de que a complexidade do objeto em questão pode ter corroborado para o surgimento e a proliferação de uma solução simplista e pragmática.

A pós-modernidade decidiu não decidir. Como assim? Explicamos.

O mundo que marcha e atropela obstáculos buscando intensificar a globalização censura as religiões exclusivistas, ou seja, aquelas que advogam seguir ou deter o único caminho para a salvação espiritual dos homens. Diante das múltiplas escolhas, a atitude mais política e simpática tem sido não decidir por nenhuma delas. Ou, melhor ainda: decidir por todas elas! Daí, surge no cenário o famigerado clichê: “Todos os caminhos levam a Deus”, uma espécie de moda ou tendência atual.

Enfim, encontraram uma saída. Repentinamente, como num “passe de mágica”, o denso labirinto das religiões abriu portas de salvação em todas as direções. Agora, as coisas foram facilitadas e o resultado da decisão tornou-se algo indiferente.

Dentro desta concepção, uma religião poderia mesmo ser escolhida lançando sortes, como se fosse uma singela brincadeira de criança ao som do “bem-me-quer, malmequer”.

A declaração de que todos os caminhos levam a Deus tornou-se um chavão constante nos lábios de muitas pessoas e em muitos idiomas, apresentando-se com o meigo sorriso da tolerância. Interessante notar é que, mesmo com todo o teor de racionalidade e lógica deste discurso, muitas pessoas não se dão conta de que a tolerância genuína deveria ser capaz de tolerar a própria intolerância. E essa insensibilidade faz que, sem perceberem, hasteiem a bandeira de uma tolerância maquiada e vacilante.

Neste ínterim, a apologética, injustamente, assume em nossa sociedade um caráter fortemente pejorativo e primitivo (bárbaro).

A questão em voga é que não há razões para se defender uma verdade relativa, ou, sendo mais sensato, uma verdade relativa é uma verdade indefensável. Neste contexto, certo educador cristão, citando palavras de Charles Colson, lembra-nos que mesmo uma discussão religiosa pode ter um ponto positivo, ao declarar: “… debater pode ser, algumas vezes, desagradável, mas pelo menos pressupõe que há verdades dignas de serem defendidas, idéias dignas de se lutar por elas.

Em nossa era pós-moderna, todavia, as suas ‘verdades’ são as suas ‘verdades’, as minhas ‘verdades’ são as minhas, e nenhuma é significativa o suficiente para alguém se apaixonar por ela. E se não há verdade, então não podemos persuadir um ao outro por meio de argumentos racionais”.1

O chavão, alvo de nosso comentário aqui, se encaixa, em certo sentido, com a declaração de Colson. Porquanto, se todos os caminhos conduzem ao céu, então, nenhum deles precisa ser defendido em detrimento de outro. Também podemos depreender que fazer apologia de uma fé implica considerá-la digna de tal ato e isso nos faz pensar. Será que cremos que a nossa fé é digna de ser defendida? Por quais idéias estamos lutando?

As verdades bíblicas são suficientemente significativas para que sejam defendidas por seus seguidores? Bem, se a resposta for positiva, então deve refletir-se em atitudes concretas.

Portanto, o ministério do apologista cristão é dignificar a ortodoxia bíblica e esse é o papel que mais este ano pretendemos cumprir, com a graça de Deus e auxílio de todos aqueles que estão ao nosso lado.

Nota:
1 COLSON, Charles. E agora como viveremos, CPAD: Rio de Janeiro, 2000 , citado pelo educador cristão Valmir Nascimento Santos no artigo A Defesa da fé cristã na era pós-moderna.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Nova Heresia - Igreja Universal oferece cornetas

A Igreja Universal do Reino de Deus ofereceu 30 mil cornetas às claques que vão apoiar a Selecção Nacional, durante o CAN Angola’2010.

O bispo João Bartolomeu ofereceu, ontem, sete mil cornetas ao Movimento Nacional Espontâneo, recebido pelo seu secretário provincial, Antenor Capapa, que considerou a entrega dos apitos como um acto singelo, que reflecte a vontade de todos os angolanos.

“Isto vai contribuir para a conquista do melhor resultado possível da nossa selecção e é um acto digno da Igreja Universal. Pedimos que ao longo destes dias os crentes rezem pelos Palancas Negras, porque o nosso objecto é levar Angola à vitória, por isso, vamos participar em todos os jogos. Neste momento a nossa única preocupação é a transportação das claques até ao campo, e a falta de água para os apoiantes durante os jogos”, disse Antenor Capapa.

A Igreja Universal do Reino de Deus vai oferecer, ainda hoje, ao COCAN, duas mil cornetas, e nos próximos dias faz a distribuição nas outras cidades do CAN, Benguela, Cabinda e Lubango.

O bispo e também presidente do conselho de direcção da Igreja Universal do Reino de Deus, João Bartolomeu, referiu que a intenção é dar apoio, aos que querem ir ao estádio dar força à Selecção Nacional.

“O mais importante é movimentar a juventude, demonstar espírito patriótico e despertar a consciência de todos, para que acreditem no melhor resultado de Angola neste campeonato”, salientou o bispo.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Igreja Anglicana dos EUA elege sugundo bispo gay, gerando polêmica

A Igreja Anglicana na cidade americana de Los Angeles reacendeu neste domingo uma enorme polêmica ao eleger o que será o segundo bispo abertamente gay da igreja em todo o mundo.


A reverenda Mary Glasspool, de Baltimore, foi eleita bispa assistente, mas ainda precisa que a maioria da Igreja Episcopal nacional apóie a escolha.


Há seis anos, a eleição do primeiro bispo abertamente gay, Gene Robinson, de New Hampshire, causou enormes divisões entre os clérigos e fiéis. Glasspool, de 55 anos, atuou como cânone da Diocese de Maryland por oito anos.


Em um comunicado divulgado após a eleição, ela disse que “qualquer grupo de pessoas que tenha sido oprimido por causa de qualquer elemento isolado de sua personalidade clama por justiça e direitos iguais”.



Divisões


Os conservadores já expressaram sua oposição à escolha da bispa.


Eles insistem que a Bíblia rejeita o homossexualismo, enquanto os mais liberais dizem que o livro deve ser reinterpretado sob a luz do conhecimento contemporâneo.

Na época da escolha do primeiro bispo gay, a briga levou à formação de um movimento alternativo conservador nos Estados Unidos, a Igreja Anglicana da América do Norte.

O chefe da comunidade anglicana mundial, o Arcebispo da Cantuária, Rowan Williams, está sob pressão para reconhecer o movimento.

O correspondente da BBC para assuntos religiosos, Chris Landau, disse que a eleição de Glasspool é mais uma evidência das divisões da Igreja em relação à questão da homossexualidade.

Segundo ele, para muitos fiéis nos Estados Unidos, a eleição de bispos abertamente gays é simplesmente um reflexo da diversidade que vem sendo defendida pela Igreja Anglicana há muito tempo.

A Igreja Anglicana possui 77 milhões de fiéis em todo o mundo.


Fonte: BBC

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

BUDISMO - A RELIGIÃO DE BUDA: O ILUMINADO

“Ali [em Jesus] estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo” (Jo 1.9)

O budismo é uma das mais antigas religiões não-cristãs, e, séculos após séculos, continua fazendo discípulos muito além das terras orientais. A origem do budismo está no hinduísmo, religião na qual Buda é considerado a nona encarnação ou avatar de Vishnu.

Trata-se do sistema ético, religioso e filosófico criado na região da Índia pelo príncipe hindu Sidarta Gautama, o Buda, que viveu entre 563 e 483 a.C., aproximadamente. Buda, que é um título e não um nome próprio, significa “aquele que sabe” ou “aquele que despertou”, e deriva-se de Bodhati, que quer dizer “ele desperta-se” ou compreende”. Tal título é aplicado a alguém que atingiu um nível superior de entendimento e a plenitude da condição humana.

Quem foi Sidarta Gautama?

Sidarta nasceu em uma família nobre do Nepal e, desde a natividade, recebeu o título de príncipe. Foi criado em confinamento no palácio até os 29 anos, idade em que, ao desabrochar para o mundo e conhecer suas fragilidades, ficou extremamente chocado ao descobrir as doenças, a velhice e a morte.

A partir daí, esmerou-se por obter respostas que pudessem explicar as causas do sofrimento humano. Uniu-se a um grupo de ascetas, indivíduos que praticavam o exercício prático que levava à efetiva realização da virtude e à plenitude da vida moral e, então, iniciou um período monástico de seis anos, no qual apenas jejuou e meditou.

Esta autoflagelação, entretanto, não proporcionou a Sidarta a elucidação de seus questionamentos, frustração que o levou a separar-se do grupo originário. Nesse período, segundo ele, estava sentado, sozinho, sob uma figueira, quando teve a revelação das “quatro verdades nobres” do budismo, cujo conteúdo sintetiza sua doutrina.

Segundo consta, Sidarta morreu aos oitenta anos de idade, aproximadamente. E, de acordo com a tradição, o Buda teria sido cremado e suas cinzas distribuídas pelo território, para que fossem guardadas como relíquias sagradas. É a partir daí que a veneração budista tem o seu início.

O canôn budista

O Tripitaka é a principal obra canônica budista, conhecida como coleção budista e traduzida no sânscrito para “coleção tripla” ou “três cestos”. Esta obra encerra os escritos budistas mais antigos e consta da organização de 31 livros em três volumes, ou cestos. O primeiro é o cesto da disciplina (vinaia pitaca), que versa sobre normas que devem ser observadas pelos monges e monjas. O segundo é o cesto de discursos (suta pitaca), cujo conteúdo constitui-se dos sermões e parábolas de Sidarta e seus discípulos. E, finalmente, o terceiro, o cesto da última doutrina (abidama pitaca), que são comentários baseados nas doutrinas budistas em geral.

Pontos doutrinários básicos do budismo

Buda ensina que a verdade foi descoberta por ele e não inventada. Assim, qualquer pessoa poderá, também, descobri-la seguindo seus ensinamentos. Segundo os budistas, crer em Buda não significa crer em sua imagem e muito menos adorá-la, mas, sim, crer e adorar a “verdade” que ele descobriu e que constitui a Lei da Natureza.

A fé, na concepção budista, é uma predisposição interior que propicia ao homem abrir o coração para a chamada “tríplice pedra preciosa”: o Buda; o Dharma (a lei do budista) e o Sangha (sua comunidade). Esta fé, entretanto, permite ao budista acumular a prática de antigas religiões nas quais desenvolveu crenças, podendo, inclusive, definir, dentre quantas desejar, a divindade a qual deverá devotar sua adoração.

A concepção de Buda a respeito de Deus era semelhante à do ateísmo, divergindo apenas quanto à existência de Deus. Ou seja, para Sidarta tal existência era inútil, porque ele achava que a confiança em divindades ou em demônios não ajuda nem atrapalha.

O homem deveria sempre depositar sua confiança em si mesmo e vencer o sofrimento, essência da vida humana. Sidarta enfatizava que o sofrimento procedia do desejo e que, para se atingir a salvação, seria necessário eliminá-lo. Quando se consegue isso, entra-se em um estado de “bem-aventurança”, que seria o nirvana.

Quando se alcança o nirvana, a alma humana torna-se uma com o Absoluto, isto é, a realidade última. Os ensinos (Dharma) de Sidarta encontram-se resumidos nas “quatro verdades nobres”. São elas:

A realidade do sofrimento. Todo sofrimento humano é resultado do carma passado. As ações de uma pessoa determinarão o ciclo de reencarnações pela qual ela terá de passar até chegar ao nirvana.

A causa do sofrimento. A causa do sofrimento é o desejo: gratificação, o desejo da existência e também o desejo da não-existência.

O fim do sofrimento. O sofrimento pode e deve ser totalmente eliminado. O objetivo central do budismo é dar ao homem a eterna libertação do sofrimento por meio da libertação de todo o desejo, o que equivale a ser liberto do ciclo interminável de reencarnações e entrar no bem-aventurado estado do nirvana.

O caminho para a eliminação do sofrimento. Trata-se de oito passos básicos destinados a suprimir o desejo e, desta maneira, abrir o caminho para a iluminação, conhecido como “os oito caminhos nobres”. Os caminhos estão divididos em três categorias. Vejamos. Moralidade: palavras, ações e vida corretas. Concentração: sabedoria, esforço e pensamento corretos. Visão (ou compreensão) correta e aspirações corretas.

Estas doutrinas têm sido compreendidas e proclamadas principalmente por três grandes escolas de filosofia budista, a Hinayana, a Mahayana e a Vajrayana.

O pequeno veículo

O Hinayana é a forma mais remota dessa religião. Forma que também é conhecida como Theravada, cujo significado é “pequeno veículo”, uma expressão que explica o fato de só os monges terem acesso a esta corrente, possuindo maior expressividade nos países do sul da Ásia, como Sri Lanka, Mianmar, Camboja, Laos e Tailândia. Seus seguidores acreditam que a única forma de se alcançar o nirvana (estado de ausência total de sofrimento) é detendo a paz e a plenitude que a pessoa obtém por meio de uma evasão de si mesma na expansão da sabedoria, além de resignar-se a um estilo de vida dentro de uma ordem monástica.

A sociedade dos monges está dividida em duas partes, cada qual para o respectivo sexo. Seus componentes seguem uma rotina bastante sistemática: levantam-se cedo, buscam a esmola antes do meio-dia e, num ato contínuo, realizam a única refeição diária. À tarde, entregam-se à meditação e ao repouso até a hora estabelecida para a leitura das escrituras, durante a reunião pública.

A noite é reservada para o banho purificador, seguido por um longo período de diálogo que se desenrola entre grupos de dois ou mais irmãos da casta monástica. Além do costumeiro jejum praticado entre os monges e monjas, há uma reunião para a celebração do uposatha (observância), ritual que se constitui em um retiro de rigorosos jejuns realizado a cada quarto de Lua.

O grande veículo

Trata-se do budismo Mahayana. Esta vertente do budismo surgiu no século 2 a.C. e, no sânscrito, é traduzida por “grande veículo”, por permitir que um grande número de pessoas alcance a salvação.

O Mahayana define que (ainda que a aspiração final do ser humano seja o nirvana) o sábio (conhecido como bodhisattva ou futuro Buda) tem o poder e o dever de adiar sua morte e libertação do sâmsara para dedicar-se a ensinar aos seus semelhantes os meios para se chegar ao nirvana, e isso por meio de atitude prioritária de compaixão para com os demais seres humanos.

Duas correntes budistas se projetam com destaque dentro desta filosofia bastante conhecida no Ocidente: o budismo tibetano e o zen-budismo.

O budismo tibetano despontou no final do século 8, depois da fusão das tradições que derivavam do budismo e do hinduísmo, quando passou a ser reconhecido como a primitiva religião do Tibete. É nesta ramificação budista que se encontra o representante de uma famosa ordem monástica, o chefe espiritual dalai-lama, considerado um bodhisattva.

Já o zen-budismo nasceu no século 6, na China, onde foi introduzido pelo mestre indiano Bodhidarma. Difundiu-se, principalmente, no Japão, a partir do final século 12, e passou a influenciar a cultura e as artes marciais e, acima de tudo, o modo de pensar do povo japonês. Está alicerçado no exercício da meditação e na prática da postura e da respiração como meios de se atingir os ápices desejados e confere muito mais ênfase a esta nuança da seita do que aos exercícios teóricos e aos estudos das escrituras. Os praticantes desta modalidade do budismo acreditam que o corpo é dotado de sabedoria própria e que tal sabedoria deve ser empregada para fins de ordenamento da vida cotidiana.

O zen-budismo tem como base os chamados sutras que, na literatura da Índia, são tratados nos quais se reúnem, sob a forma de breves aforismos, as regras do rito, da moral e da vida cotidiana. Os sutras do rito Mahayana são quatro: o da sabedoria, o da flor de lótus, o do lótus sublime e o do Buda Amina.

O veículo do diamante

Trata-se do budismo Vajrayana, traduzido também por “veículo do diamante”. É a corrente menos difundida, porém, a que mais aponta diversidade com as origens do budismo, perseverando em aspectos que mereceram apenas a crítica de Buda, ou seja, o ritualismo, a mística e a magia. Reclamou espaço como corrente budista no século 6, propagando-se posteriormente pela Mongólia e Tibete, onde é conhecido como Lamanismo, uma vez que reconhece a autoridade tanto política quanto religiosa do dalai-lama, personalidade máxima no budismo tibetano.

O budismo hoje

Embora os preceitos budistas não tenham a pretensão de possuir uma validade absoluta, contempla-se entre seus adeptos um ardor missionário bastante expressivo. Esta filosofia propaga o próprio desejo de Buda, de que seu conhecimento seja transmitido ao mundo e não restrito a um grupo específico no meio budista. Após a morte de Buda, o grupo religioso passou a se alastrar em regiões muito além de suas origens. Apresentando um discurso que versa sobre a libertação de todos os homens, o budismo hoje possui um número de seguidores equiparável ao número de evangélicos, conquistando a simpatia de inúmeras pessoas no Ocidente.

A simbologia da flor de lótus

“As portas da iluminação se abrirão para todos, indiscriminadamente, com uma única condição: a fé e a compaixão”. Fé como sentimento que nos une por meio da essência; e compaixão como atividade que nos une por meio da prática e vivificação desta essência. Este é um fragmento do sutra de lótus, muito reverenciado entre os mais de oitenta mil ensinamentos atribuídos a Buda.

A flor de lótus é sagrada no budismo. É a responsável por conferir designação à posição mais tradicional para a prática de meditação budista. A planta desabrocha em mangues, mas sem que sua flor seja maculada com as impurezas do local. Os budistas entendem como local impuro o mundo em que vivemos e a flor de lótus, a prática transformadora na fé e na compaixão, em sintonia com Buda. Assim essa flor jamais se manchará. É importante salientar que esta flor possui a característica de desabrochar com a semente do próximo fruto. Logo, se perpetua, assim como deve se perpetuar e gerar frutos as práticas dos budistas.


O budinha

Quem nunca viu a imagem carismática do budinha japonês, barrigudo e baixinho, sentado na posição de lótus? Muito comum em nosso país, essa silhueta de Buda é completamente equivocada. Sidarta Gautama era hindu e nunca teve estas características, antes, diz-se que chegou a emagrecer até a ponto de ficar em “pele e osso” por se dedicar a práticas austeras.

A crendice popular prega que o ato de deixar a imagem do budinha de costas para a porta é capaz de impedir que os males entrem em casa. É muito freqüente também o depósito de moedas à sua volta, como uma espécie de oferenda.

Entretanto, essa imagem não surgiu do imaginário popular. O budinha realmente existiu. A verdadeira identidade do budinha é Hotei ou Hotei-san. Era um monge zen chinês peregrino que possuía exatamente os traços anatômicos aqui destacados.

Devido à sua aparência farta, artisticamente foi integrado em muitas obras artísticas e poesias. Não há dados precisos acerca de quando e porquê ele passou a figurar entre os santinhos da sorte. Hotei-san faleceu em 916 d.C.

Retirado do site da ICP

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Cléricos Iraquianos decidem aumentar o controle sobre as escolas


As autoridades religiosas do Irã começaram a tomar maior controle sobre as escolas públicas do país em uma tentativa de combater ideologicamente a influência do Ocidente sobre os jovens.
O plano parece ser uma tentativa de contra-atacar a oposição e os grupos reformistas, que protagonizaram uma série de protestos sem precedentes desde as eleições presidenciais de junho.A oposição alega que a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, que está na Venezuela em visita oficial nesta quarta-feira (25), foi fraudada.
Recentemente, os líderes religiosos iranianos enfatizaram a necessidade de combater o alcança da mídia, das opiniões e da cultura ocidentais. Além do maior controle nas escolas, mais sites foram bloqueados para os usuários de internet e os poucos noticiários mais liberais foram fechados.
O religioso Ali Zolelm, que dirige um comitê de escolas e seminários, disse que os clérigos muçulmanos já aumentaram o controle sobre algumas escolas, de acordo com o jormal "Etemad".
O novo plano para as escolas públicas é visto como uma forma de enrijecer a orientação religiosa da educação, tentando remediar a distância crescente entre os clérigos e muitos jovens de postura secular. O foco deve ser a educação infantil.
"O inimigo colocou uma guerra de ideias em sua agenda e a maior prioridade hoje é lutá-la", disse nesta quarta-feira o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do regime iraniano, na TV estatal.
Dissidência
A fim de neutralizar dissidências no país, a liderança islâmica do Irã decidiu que o ex-presidente Hashemi Rafsanjani não estará à frente das orações do festival Eid al Adha pela primeira vez desde 1979, o ano da Revolução Islâmica.
A Festa do Sacrifício, em tredução para o português, celebram a obediência de Abraão a Deus aceitando matar o próprio filho por ordem divina.A decisão dos aiatolás se justifica por declarações do ex-governante que favoreciam os manifestantes que alegam que o resultado das eleições de junho foram fraudadas.
O clérigo, empresário e político de 75 anos seria uma figura dissidente dentro do próprio grupo de religiosos que decidem as questões de Estado no país. Rafsanjani está á frente do único grupo capaz de tirar o aiatolá Khamenei do poder - a Assembleia dos Especialistas - e há indícios de que ele teria consultado outros membros sobre uma punição ao líder supremo depois das eleições.
"Eles não podem fazê-lo desaparecer, mas estão tentando colocá-lo em quarentena", disse Alireza Nourizadeh, pesquisador do Centro de Estudos Árabes-Iranianos em Londres, no Reino Unido.
"Provavelmente não há ninguém que coloque mais medo na elite governante do que Rafsanjani. Esta é uma tentativa de deixá-lo longe dos olhos públicos o máximo possível."
Nesta quarta-feira, o principal nome da oposição a Ahmadinejad, Mir Hossein Mousavi, deu uma declaração criticando a Guarda Revolucionária, a força de elite militar iraniana, e as milícias Basij.
"Alguém que rejeita a superstição em nome da religião deveria ser espancado nas ruas, torturado na prisão e sentenciado a longas penas de cadeia? O Islã permite que pessoas que procuram a justiça de seus líderes sejam mortas?", disse Mousavi.
A oposição iraniana afirma que pelo menos 72 pessoas morreram durante a violenta repressão aos protestos que se seguiram ao pleito que reelegeu Mahmoud Ahmadinejad como presidente, e muitos manifestantes sofreram abusos nas prisões.
*Com informações da AP

terça-feira, 17 de novembro de 2009

IRÃ: CRISTÃS INTIMIDADAS A NEGAREM JESUS

Maryam Rustampoor, 27, e Marzieh Amirizadeh, 30, convertidas do Islã para o Cristianismo, foram intimidadas por autoridades iranianas a negarem sua nova fé.Elas foram presas pela primeira vez no dia 5 de março de 2009, por abandonarem o Islamismo.

Autoridades iranianas mantiveram-nas na solitária da prisão de Evin, desprovidas de tratamento médico, vendadas e passando por longos períodos de interrogatório.

Recentemente, foram transferidas para uma cela lotada.No momento da audiência, o promotor público, Haddad, perguntou para Maryam e Marzieh sobre sua religião.

A resposta foi enfática: “Sim, nós somos cristãs”.

Ele insistiu para que elas desistissem de sua crença em Cristo. Então, ele repetiu a pergunta e elas disseram: “Nós amamos Jesus. Nós nascemos em famílias muçulmanas, mas não somos muçulmanas”.

Durante o interrogatório, quando elas fizeram referência a como Deus as confrontou pelo Espírito Santo, o promotor disse: “É impossível Deus falar com os seres humanos”.

Então, Marzieh perguntou: “Você está questionando o poder soberano de Deus?”.

Ele respondeu: “Você não é digna de que Deus fale com você”.

Marzieh disse: “Não é você, e sim Deus, que deve dizer se sou digna ou não”.

Após o interrogatório elas foram enviadas de volta para prisão até decidirem desistir de sua religião. Apesar da parte acusadora pedir a mesma sentença dada em casos de apostasia, o juiz não pronunciou nenhum veredicto.

A saúde destas irmãs está seriamente comprometida depois de cinco meses na prisão sofrendo abusos e maus tratos. Elas perderam peso e não receberam atendimento médico.

Marzieh tem sofrido de dores na coluna, infecção dentária e fortes dores de cabeça.Ore em favor destas gigantes na fé. Peça que Deus as acalente nestes tempos difíceis.

Ore pela libertação delas e de tantos outros cristãos encarcerados por causa da sua fé em Cristo Jesus.

fonte: http://www.vozdosmartires.com.br/?p=98

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Seitas mais malucas do mundo - Colaboração CACP

Os sociólogos freqüentemente discordam sobre a definição de “seita”. Parte do consenso parece residir no fato de que estes são grupos religiosos com pouco reconhecimento da sociedade.

Outros afirmam que uma seita está ligada a um grupo ideológico com um líder carismático e/ou autoritário que priva seus seguidores de boa parte de seu livre-arbítrio exercendo uma grande influência sobre eles.

Qualquer que seja a melhor definição aqui nós apresentamos algumas das seitas mais malucas de todos os tempos.


Ho No Hana
Ho No Hana Sanpogyo é uma seita japonesa chamada também de “seita da leitura do pé”. É chamada assim porque seu fundador, Hogen Fukunaga, afirma conseguir diagnosticar doenças ao examinar os pés das pessoas. Ele fundou o grupo em 1987 e afirmava ser a reencarnação de Jesus Cristo e Buda. O grupo já afirmou possuir 30 mil membros. Hogen cobrava US$ 900 pelas leituras de pé. Ele foi acusado de fraudar donas de casa e teve que pagar mais de um milhão de dólares em danos.


O Corpo de Cristo

Esta seita é um pequeno grupo autoritário que se baseia em “revelação direta” e não na bíblia. Esta pequena seita apareceu nas manchetes por haver levado duas crianças à morte por inanição. Samuel Robidoux, um bebê de dez meses morreu de subnutrição. Ele não foi alimentado porque sua mãe estava esperando por um sinal de Deus para fazê-lo. O filho de Rebecca Corneau, Jeremiah, morreu logo após nascer por falta de cuidados médicos básicos. Um dos antigos membros deixou o grupo depois de dez anos e deu para a polícia um diário que descrevia o que ocorreu com as crianças.


Ordem do Templo Solar

O grupo foi criado em 1984 por Luc Jouret, um belga e neo-nazista. O grupo seria cristão e também conhecido como a segunda vinda de Cristo e os Cavaleiros Templários. Alega-se que uma criança foi sacrificada por pensarem ser o anticristo em 1994, dias depois ele e dúzias de seguidores cometeram suicídio. Os franceses hoje consideram a organização criminosa.


Comunidades de Bhagwan Shree Rajneesh

O místico indiano Bhagwan Shree Rajneesh fundou diversas cidades ocultistas no Oregon, EUA, durate os anos 1980, estranhamente cheias de carros da marca Rolls Royce. Bhagwan supostamente envenenou centenas de pessoas em Dalles, Oregon, com a bactérias Salmonella, em 1984, para colocar as eleições locais em favor da seita.


Davidianos

Considerado um dos maiores dissidentes da igreja Adventista do Sétimo Dia, os Davidianos são famosos pela revolta de 1993 no seu complexo Waco, no Texas, EUA, que acabou com a vida de 76 pessoas. O evento resultou mais ou menos no desaparecimento do que muitos consideravam uma seita, que acreditava no apocalipse iminente.


Família Manson

Charles Manson, que aprendeu a tocar guitarra na prisão, formou a sua “família” de criminosos em 1968. Charles pensavam que uma guerra de raças entre brancos e negros iria eclodir em 1969. Quando isso não ocorreu ele enviou seus seguidores em uma série de assassinatos para “mostrar aos negros como se fazia”, mas as vítimas eram as pessoas que não o haviam ajudado em sua carreira musical.


Aum Shinrikyo

Fundada em algum ponto da década de 1980, Aum Shinrikyo é famosa pelos ataques ao metrô de Tóquio com o gás sarin em 1995, matando 12 e ferindo mais de 5 mil pessoas. As crenças da seita são frequentemente descritas como uma mistura de aspectos destrutivos de várias religiões. Vários seguidores acreditavam que iriam desenvolver super-poderes e outros saboreavam a chande de lutar contra o materialismo japonês.


Heaven’s Gate

Os seguidores da seita Heaven’s Gate, liderados por Marshall Applewhite, pensavam que a Terra e tudo que há nela seria “reciclado” e acreditavam que poderiam pegar uma carona no cometa Hale-Bopp, em março de 1997, o que os permitiria sobreviver. Os 39 membros, incluindo Marshall, envenenaram a si mesmos em turnos em uma mansão na Califórnia, vestindo tênis da Nule e tarjas ao redor do braço que diziam “Equipe de Desembarque Heaven’s Gate”.


Templo do Povo

O reverendo Jim Jones começou a Igreja Templo do Povo para ajudar os sem-teto, desempregados e doentes de todas as raças, mas ex-membros afirmaram que abusos eram comuns dentro do grupo. Para remover este grupo do olhar examinador da sociedade, Jim começou uma colônia nas selvas da Guyana, onde esperava construir uma utopia tropical.




Quando um congressista visitou a comunidade juntamente com três jornalistas para investigar alegações de abuso eles foram mortos quando tentavam deixar o local. Depois deste tiroteio 913 membros da comunidade beberam cianureto com suco, em um suicídio em massa. Há registros de áudio e vídeo do evento e muitas pessoas foram forçadas a beber o veneno, incluindo centenas de crianças.


Fonte de Pesquisas:

http://hypescience.com/as-10-seitas-mais-malucas-do-mundo

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

5° SEMINÁRIO APOLOGÉTICO "Pr. Natanael Rinaldi"


5° SEMINÁRIO APOLOGÉTICO "Pr. Natanael Rinaldi"

Data: 23 e 24 de outubro de 2009.

Local: Igreja Evangélica da Paz

Rua Silva Jardim nº. 503 - Santos/SP.

Telefone: (0XX13) 3232-4337.

ENTRADA FRANCA - PROGRAMAÇÃO
Dia: 23/10 (Sexta-Feira) –20h às 22h•

Início: 20h às 20h10 (Oração, louvor, apresentação do Seminário etc.).•

1ª Palestra: 20h10 às 21h: COMO IDENTIFICAR UMA SEITA?- Pr. Natanael Rinaldi.•
Intervalo: 21h às 21h10•

2ª Palestra: 21h10 às 22h: AUTO AJUDA – DOUTRINA DE DEUS OU DOS HOMENS?- Pr. Nathanael Rinaldi Filho.• Encerramento: 22h.
Dia: 24/10 (Sábado) –19h às 21h• Início: 19h às 19h10 (Oração, louvor, etc.).•

1ª Palestra: 19h10 às 20h: ISLAMISMO – O QUE É E O QUE ENSINA?- Pr. Nathanael Rinaldi Filho.•

Intervalo: 20h às 20h10•

2ª Palestra: 20h10 às 21h: O ESPÍRITO SANTO – PESSOA DIVINA OU FORÇA ATIVA?- Pr. Natanael Rinaldi.•

Encerramento: 21h.
Obs.: Estamos solicitando que cada participante traga voluntariamente 1Kg de alimento não perecível para a assistência social.

Local: Igreja Evangélica da Paz. Rua Silva Jardim nº 503 - Santos - SP

Telefone: (0XX13) 3232-4337